Cristiada
Filme mostra como se deu a Guerra Cristera, em que os cristãos foram perseguidos no México.
There be Dragons (Encontrarás Dragões)
O longa conta parte da história de São Josemaría Escrivá, padre espanhol fundador do Opus Dei.
"Agrada a Deus que assim seja, uma simples donzela expulsar os inimigos do rei." (Santa Joana d'Arc)
sexta-feira, 18 de maio de 2012
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
Oração e Silêncio
"Muitas vezes rezamos a Deus, para que nos livre de males e tribulações; mas temos a impressão de não ser ouvidos e… desanimamos. Ora, não há grito humano que não seja ouvido por Deus; e é precisamente na oração constante e fiel que compreendemos, com São Paulo, que «os sofrimentos do tempo presente não impedem a glória futura de se revelar em nós». A resposta do Pai a seu Filho não foi a libertação imediata dos sofrimentos, da cruz, da morte, mas precisamente através da cruz e da morte – como expressão do amor supremo – Deus respondeu, para além de todas as expectativas humanas, com a ressurreição.
O Apóstolo dos Gentios apresenta a oração em várias formas, fazendo-a penetrar em todas as realidades, pessoais e comunitárias. Para ele, a oração é antes de tudo o fruto da presença viva do Pai e de Jesus Cristo em nós, por meio do Espírito Santo.
Um elemento que o Apóstolo quer que entendamos é que a oração não deve ser vista simplesmente como uma boa obra feita por nós a Deus, uma ação nossa. Ela é sobretudo um dom, o fruto da presença viva e vivificante do Pai e de Jesus Cristo em nós.
Na oração nós experimentamos, mais do que em outras dimensões da nossa existência, a nossa pobreza, nosso ser criaturas, porque estamos diante da onipotência e da transcendência de Deus. E à medida que avançamos na escuta e diálogo com Deus, para que a oração se torne a respiração diária da nossa alma, mais nós percebemos o sentido de nossas limitações, não só diante das situações concretas de cada dia, mas também na mesma relação com o Senhor. Crescendo em nós a necessidade de confiar, confiar-nos mais e mais a Ele; entendemos que "não sabemos como orar... como convém". E é o Espírito Santo que ajuda nossa incapacidade, ilumina nossas mentes e aquece nossos corações, guiando o nosso dirigir-nos a Deus.
Queridos irmãos e irmãs, São Paulo nos ensina que na nossa oração, devemos abrir-nos à presença do Espírito Santo, que ora em nós com gemidos inexprimíveis, para levar-nos a aderir a Deus com todo nosso coração e com todo nosso ser. O Espírito de Cristo se torna a nossa oração a força da nossa oração "fraca", a luz da nossa oração, "desgastada", o foco da nossa oração "seca", dando-nos a verdadeira liberdade interior, ensinando-nos a viver, confrontando as provações da existência, na certeza de que não estamos sozinhos, abrindo os horizontes da humanidade e da criação "que geme em dores de parto."
Papa Bento XVI
terça-feira, 17 de abril de 2012
Noite Santa
Por Santa Teresa Benedita da Cruz - Edith Stein (1891-1942)
carmelita, mártir, co-padroeira da Europa
«A fim de que todo o que n'Ele crê tenha a vida eterna»
Meu Senhor e meu Deus,
Tu me guiaste por um longo e obscuro caminho, pedregoso e duro.
Estava quase já sem forças, tanto que não esperava mais ver
a luz do dia.
O meu coração estava duro como pedra devido ao sofrimento
Quando, diante dos meus olhos, se levantou
a claridade suave duma estrela
E me guiou, fiel, e eu segui-a, primeiro com passos tímidos,
depois mais seguros.
E cheguei por fim à porta da Igreja,
Que se abriu, e pedi para entrar.
Fui acolhida pela Tua bênção proferida pelo Teu sacerdote.
No seu interior sucedem-se as estrelas,
Estrelas de flores vermelhas que me indicam o caminho até Ti,
Que a Tua bondade permite que me conduzam no meu caminho até Ti.
O mistério que me faltava guardar, escondido no íntimo do coração,
Agora posso finalmente anunciá-lo em alta voz:
Eu creio, e confesso a minha fé!
O sacerdote conduz-me aos degraus do altar,
Inclino a cabeça, e a água santa escorre pela fronte abaixo.
![]() |
| "O vento sopra onde quer e tu ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito." (João 3, 8) |
Senhor, será possível renascer uma vez
passada metade da vida (Jo 3,4)?
Assim o disseste, e para mim tornou-se realidade.
Já não sinto o peso das faltas e das minhas penas dessa vida longa.
De pé, recebi sobre os ombros o manto branco,
Símbolo luminoso da pureza.
Trouxe à mão o círio cuja chama anuncia
a Tua vida santa a brilhar em mim.
E o meu coração transformou-se na manjedoura que por Ti espera.
Por pouco tempo!
Maria, Tua Mãe, e também minha, deu-me o nome.
À meia-noite depõe no meu coração o seu bebé, recém-nascido.
Oh! Não há coração humano que possa imaginar
O que Tu preparas para aqueles que Te amam (1Cor 2,9).
És meu para sempre e nunca Te deixarei.
Seja qual for o caminho que venha a trilhar estás sempre comigo.
E nada mais poderá separar-me do Teu amor (Rm 8,39).
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Santa Bernadette, ora pro nobis!
Santa Bernadette nasceu no dia 7 de janeiro de 1844, no moinho de Boly. Ela, seu pai Francisco e sua mãe Luisa e seus três irmãos, Antonieta Maria (Toinete) João Maria e Justino viviam uma cidade chamada Lourdes, na França, em uma casa muito simples.
Seu pai procurava um trabalho, mas a situação na França neste período era muito difícil, sua mãe lavava roupas de algumas famílias mais ricas. Mesmo com pouca comida e muitas dificuldades,sua família sempre agradecia a Deus e pedia sua proteção.
Bernadette tinha uma saúde muito frágil, e sempre estava doente. Sofria de asma e tinha muita falta de ar, e por isso faltava muito a escola e a catequese, o que fazia que sempre fosse uma criança atrasada em relação aos seus colegas.
No dia 11 de Fevereiro de 1858, Bernadette, sua irmã e uma colega, foram procurar alguns gravetos para colocar no fogão que servia para o preparo dos alimentos e também para aquecer o pequeno quatro onde moravam.
As meninas viram que próximo ao rio haviam vários gravetos, como estavam na outra margem, Bernadette ficou esperando pois a água estava muito fria e ela havia tossido muito na noite anterior. Enquanto esperava as meninas, ela percebeu uma forte luz vinda da gruta de Messabiele (esta gruta era um local onde todo o lixo da cidade era jogado), de repente, Bernadette estava ajoelhada com os olhos fixos a uma linda e extraordinária imagem, era uma linda senhora vestida de branco com uma fita azul e rosas douradas nos pés. Em silêncio, a Santíssima Virgem faz o sinal da cruz. Bernadette comovida a imitou e recitou o terço.
Quando as meninas voltaram, achavam que Bernadette estava louca ou tinha se encontrado com alguém e não queria falar para elas. Então Bernadette contou que tinha visto uma linda senhora e pediu que não contassem a ninguém. Chegando de volta a sua casa, sua irmã contou a mãe que achava que Bernadette estava ficando maluca, sua mãe ficou muito brava e achou que ela estava inventado porque queria chamar a atenção. Como sua mãe não acreditava nela, seu pai também a proibiu de ir a Messabille, mas vendo que Bernadette sofria com aquela decisão, resolveram permitir que ela fosse até a gruta.
Nossa Senhora apareceu a Bernadette 18 vezes, e pediu que fizéssemos penitência e que Bernadette encontrasse a fonte de água, que curou e cura inúmeras pessoas, e que os padres construíssem lá uma Capela.
Depois das aparições da Mãe de Jesus, Bernadette era sempre procurada pelas pessoas, e como ela era uma criança humilde, foi melhor que fosse morar junto com as Irmãs Religiosas, na sua cidade.
Aos 22 anos, Bernadette entrou no Convento de Saint Gildard, em Nevers, lá ela sofreu muito por ciúmes das Irmãs que não entendiam porque a Santíssima Virgem a tinha escolhido.
Durante a Semana Santa, celebrada do dia 6 ao dia 13 de abril, sua saúde piorou muito e ela sentia muitas dores. Por fim, às 15 horas do dia 16 de abril de 1879, ainda jovem com 35 anos de idade, morreu Bernadette depois de sofrer muito com a saúde tão frágil.
Bernadette viveu como manda o Evangelho e ofereceu exemplos de vida ao mundo viver o conteúdo da mensagem divina recebida por ela na gruta de Messabile.
Em Nevers, uma mãe que o bebê estava muito mal foi ao Convento e levou a coberta do berço da criança, com pretexto de que o bordado não estava terminado. A Madre Superiora pediu a Irmã Bernarda que acabasse o bordado, e a mãe do pequenino doente, já desenganado pelos médicos, passou a coberta sobre o berço, e seu filho ficou logo milagrosamente curado.
Outra vez uma mãe levou a filha pequena que sofria de um mal que a impedia de andar, Irmã Maria Bernarda esta com a criança no colo, mas ela se debateu tanto que quando a menina foi colocada no chão, andou e correu com muita alegria.
Mesmo com estes feitos, Bernardette continuava humilde e não percebia as obras que Jesus operava através de suas mãos e sempre pedia perdão a Deus por seus pecados, e que Deus permitisse que ela fosse uma pessoa melhor.
O corpo de Santa Bernadette se encontra milagrosamente incorrupto com as articulações flexíveis. Apenas uma ligeira camada de cera foi passada no rosto para evitar a formação de mofo. Ele está exposto na capela do convento de Saint-Gildard, em Nevers, onde ela faleceu, numa preciosa urna de cristal e metal dourado. Ali, envolvido de imponderáveis sobrenaturais, pode ser visto e venerado por qualquer fiel, como aparece no vídeo abaixo.
Senhor, que vos dignastes conceder à jovem Bernadete a graça de ver vossa Santíssima Mãe e com ela conversar e orar, concedei também a mim uma maior devoção para com Maria Santíssima e a graça da boa saúde e disposição.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Santa Bernadete, rogai por nós!
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Santa Bernadete, rogai por nós!
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Nota da CNBB sobre o aborto de Feto “Anencefálico”
Referente ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB lamenta profundamente a decisão do Supremo Tribunal Federal que descriminalizou o aborto de feto com anencefalia ao julgar favorável a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54. Com esta decisão, a Suprema Corte parece não ter levado em conta a prerrogativa do Congresso Nacional cuja responsabilidade última é legislar.
Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas.
Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!
A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe. Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção
Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.
A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas.
Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!
A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe. Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção
Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.
A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Fonte: CNBB
domingo, 8 de abril de 2012
O Senhor ressuscitou!
Desdobra-se no céu
a rutilante aurora.
Alegre, exulta o mundo;
gemendo, o inferno chora.
Pois eis que o Rei, descido
à região da morte,
àqueles que o esperavam
conduz à nova sorte.
Por sob a pedra posto,
por guardas vigiado,
sepulta a própria morte
Jesus ressuscitado.
Da região da morte
cesse o clamor ingente:
'Ressuscitou!' exclama
o Anjo refulgente.
Jesus, perene Páscoa,
a todos alegrai-nos.
Nascidos para a vida,
da morte libertai-nos.
Louvor ao que da morte
ressuscitado vem,
ao Pai e ao Paráclito
eternamente. Amém.
cesse o clamor ingente:
'Ressuscitou!' exclama
o Anjo refulgente.
Jesus, perene Páscoa,
a todos alegrai-nos.
Nascidos para a vida,
da morte libertai-nos.
Louvor ao que da morte
ressuscitado vem,
ao Pai e ao Paráclito
eternamente. Amém.
sábado, 7 de abril de 2012
Antiga Homilia no grande Sábado Santo
Autor grego desconhecido, Séc. IV - Da Liturgia das Horas
Fonte:
Liturgia das Horas
Fonte:
Liturgia das Horas
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