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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Governo Dilma prepara-se para implantar aborto no Brasil



Nos debates ocorridos entre os candidatos à Presidência da República, nas últimas eleições, o tema que se destacou foi a descriminalização do aborto. Deve estar bastante viva na memória de cada brasileiro, cristão ou não, o que a então candidata, Dilma Rousseff, declarou em 16 de outubro de 2010: sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual . Essa fala ocorreu porque, segundo ela, estava sendo vítima de uma “sórdida campanha de difamação”, uma vez que estava sendo questionada acerca de seu posicionamento a favor do aborto, tratando-o como caso de saúde pública. Certamente todos se recordam.
E possível que ela realmente tenha mudado de opinião e que tenha se tornado contrária à legalização do aborto. Contudo, a verdade é que o governo não precisa realmente mudar a legislação atual para que o aborto venha a ser implantado no país. Isso pode acontecer facilmente por meio do ativismo judicial e a implantação das normas técnicas do executivo.
Lenta e gradualmente, o Brasil está sendo vítima de um golpe de estado de veludo, caminhando rumo a uma ditadura, pois o governo atual está solenemente desprezando o Congresso Nacional. Ele não precisa daquela casa de leis quando tem ao seu lado o Supremo Tribunal Federal. O ponto mais alto do Judiciário agora decide quem é ser humano e quem não é, agora decide quem é que pode e quem é que não pode ser abortado, ou seja, os maiores juízes do Brasil, inexoravelmente, tomam para si aquilo que na verdade compete ao Legislativo, interpretando, aplicando, e pior, confeccionando novas leis, em suma, praticando o ativismo judicial. Como no caso recente dos anencéfalos, quando o STF decidiu que não é crime abortá-los, contrariando a legislação vigente de que o aborto é um crime, mas que em certos casos a pena desse crime não é aplicada. Contudo, o aborto não deixa de ser crime.
Não bastasse este ativismo judicial, o governo atual está se utilizando do expediente da implantação das normas técnicas do Executivo. No dia 06 de junho de 2012, o Secretário de Atenção à Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães, afirmou em entrevista à Folha de São Paulo que o Sistema Único de Saúde passará a acolher mulheres que desejam fazer o aborto e a orientá-las sobre como proceder corretamente, pois o crime é “fazer” o aborto, mas prestar informações não. Percebam o absurdo da situação: a mulher que desejar abortar será orientada pelo Governo a adquirir remédios abortivos nas farmácias e quando chegar a hora será submetida à curetagem e sucção por algum Hospital público. Trata-se de uma assistência pré e pós-aborto, o crime a mulher praticará sozinha.
Se a Presidente Dilma Rousseff de fato quisesse manter a legislação vigente acerca do aborto, como afirmou quando era candidata, ela não teria outra alternativa que não executar a lei. Contudo, não é o que parece. Parece que ela quer mesmo é driblar a lei, governar sem lei, por cima da lei. Estamos diante de fatos de suma gravidade, pois o país está às vésperas de assistir ao genocídio de milhares e milhares de crianças. E preciso reagir como brasileiro.
O povo brasileiro é contra o aborto, e não só isso, as mulheres brasileiras têm abortado cada vez menos. Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília, no ano de 2010, descobriu-se que, de cada 02 abortos provocados no Brasil, 01 precisa de internação médica.Estatisticamente, cerca de 100 mil mulheres no Brasil cometem aborto. E um número muito diferente daquele propagado pelo governo que fala em 1.500.000 mulheres. E mais, nos últimos 04 anos o número de internações tem diminuído em 12%.
Mas, qual é a intenção real por trás dessa ânsia do governo em aprovar e incentivar o aborto apesar da vontade do povo ser outra? O que faz com que este governo mascare números e passe por cima da legislação vigente?
Trata-se de atender uma agenda internacional, cujo cumprimento converte-se em verbas. Grandes fundações, como a Ford e a Rockefeller, financiam a implantação do aborto em inúmeros países, inclusive no Brasil.

O que é possível fazer para conscientizar as pessoas do perigo que está rondando o país?

  1. Divulgue para todos de sua lista e-mail esse vídeo explicativo. Toda a sua rede de amigos deve ser mobilizada em favor desse movimento contra a implantação do aborto no Brasil. Contatando a sua lista de endereços, indicando esse vídeo no site padrepauloricardo.org todos encontrarão um extenso material comprovando o que aqui foi dito e que deverá ser estudado para que se ter subsídios, argumentos para informar e discutir.
  2. Se você é cristão entre em contato com seu Bispo, com seu Pastor, com seu líder religioso. Estamos juntos nesta batalha contra o aborto. Faça o download do documento com todo o histórico dos fatos, imprima e informe os superiores do que está acontecendo e peça um posicionamento.
  3. Entre em contato com o Congresso Nacional, escreva para o seu Deputado, nos endereços abaixo mencionados fazendo duas solicitações:
    1. Que detenha o Executivo na implantação das normas técnicas que vão contra a legislação em vigor;
    2. Que se posicione contra o ativismo judicial e o informe de que você (eleitor) apóia os Recursos nº 147/2012 e 148/2012 que visam deter justamente o ativismo judicial;
  4. Entre em contato com a Casa Civil e o Ministério da Saúde, mostrando o seu descontentamento para com o Executivo, explicando que sabe o que está acontecendo e que quer que sejam tomadas as seguintes providências, de forma urgente:
    1. Que seja demitida imediatamente a Ministra da Saúde, sra. Eleonora Menicucci, defensora confessa do aborto;
    2. Que seja demitido imediatamente o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães;
    3. Que o Governo cancele imediatamente os convênios que o Ministério da Saúde tem com os grupos de estudos para a implantação do aborto no Brasil.
Que Deus nos abençoe a todos nesta luta contra a praga do aborto que insiste em assolar o nosso país, nossas famílias, nossa legislação e os poderes que compõe a soberania dessa Nação.Vamos à luta!

Fonte: padrepauloricardo.org

segunda-feira, 21 de maio de 2012

CATÓLICOS, VOLTEM PARA CASA!




NOSSA FAMÍLIA É FEITA DE TODAS AS RAÇAS. NÓS SOMOS JOVENS E VELHOS, RICOS E POBRES, PECADORES E SANTOS.

NOSSA FAMÍLIA SE DIFUNDIU PELOS SÉCULOS... E PELO MUNDO.

COM A GRAÇA DE DEUS, NÓS ABRIMOS HOSPITAIS PARA CUIDAR DOS DOENTES. ESTABELECEMOS ORFANATOS E AJUDAMOS O POBRE.

NÓS SOMOS A MAIOR ORGANIZAÇÃO CARITATIVA DO PLANETA. TRAZEMOS ALÍVIO E CONFORTO PARA AQUELES QUE PRECISAM.

NÓS EDUCAMOS MAIS CRIANÇAS DO QUE QUALQUER OUTRA INSTITUIÇÃO EDUCATIVA OU RELIGIOSA.

NÓS DESENVOLVEMOS O MÉTODO CIENTÍFICO E AS LEIS DE EVIDÊNCIA.

NÓS FUNDAMOS O SISTEMA UNIVERSITÁRIO.

NÓS DEFENDEMOS A DIGNIDADE DE TODA A VIDA HUMANA E PRESERVAMOS O CASAMENTO E A FAMÍLIA.

CIDADES FORAM HOMENAGEADAS COM O NOME DE NOSSOS VENERADOS SANTOS, QUE PERCORRERAM UM SAGRADO CAMINHO ANTES DE NÓS.

GUIADOS PELO ESPÍRITO SANTO, NÓS COMPILAMOS A BÍBLIA.

NÓS SOMOS TRANSFORMADOS PELA SAGRADA ESCRITURA E PELA SAGRADA TRADIÇÃO, QUE TÊM NOS GUIADO CONSISTENTEMENTE POR 2.000 ANOS.

NÓS SOMOS A IGREJA CATÓLICA!

COM MAIS DE UM BILHÃO EM NOSSA FAMÍLIA COMPARTILHANDO DOS SACRAMENTOS E DA PLENITUDE DA FÉ CRISTÃ.

POR SÉCULOS NÓS TEMOS REZADO POR VOCÊ E TODO MUNDO A CADA HORA, TODOS OS DIAS, SEMPRE QUE CELEBRAMOS A MISSA.

O PRÓPRIO JESUS LANÇOU AS FUNDAÇÕES PARA A NOSSA FÉ, QUANDO DISSE A PEDRO, O PRIMEIRO PAPA – “TÚ ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA”.

POR MAIS DE 2.000 ANOS, NÓS TEMOS UMA LINHA ININTERRUPTA DE PASTORES GUARDANDO A IGREJA CATÓLICA COM AMOR E VERDADE, NUM MUNDO CONFUSO E DOLOROSO PARA SE VIVER.

E NESSE MUNDO CHEIO DE CAOS, DIFICULDADE E DOR, É IMPORTANTE SABER QUE ALGUMAS COISAS PERMANECEM COERENTES, VERDADEIRAS E FORTES: NOSSA FÉ CATÓLICA E O ETERNO AMOR QUE DEUS TEM POR TODA A CRIAÇÃO.

SE VOCÊ ESTEVE AFASTADO DA IGREJA, NÓS TE CONVIDAMOS A UM NOVO OLHAR...

NOSSA FAMÍLIA É UNIDA EM JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR E SALVADOR.

NÓS SOMOS CATÓLICOS.

BEM VINDO A SUA CASA!


Texto do Comercial de TV "Epic", produzido a pedido da Diocese de Phoenix, EUA.


(Em 2 anos esta campanha trouxe cerca de 92.000 católicos de volta à Igreja)


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Filmes

Cristiada





Filme mostra como se deu a Guerra Cristera, em que os cristãos foram perseguidos no México.




There be Dragons (Encontrarás Dragões)





O longa conta parte da história de São Josemaría Escrivá, padre espanhol fundador do Opus Dei.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Unção dos enfermos para cristãos não católicos?



Uma pessoa liga ao nosso Convento e pergunta se poderia trazer para a celebração comunitária da Unção dos Enfermos uma pessoa de outra religião. Explica ele que esta pessoa é muito boa, correta, praticante em sua Igreja e que gostaria imensamente de ser ungida, uma vez que isso é muito bonito na Igreja católica. Diante disso, surge-lhe a dúvida, se o sacramento poderia ser ministrado a cristãos não católicos. 



1. Princípios teológicos

Desde o início da história da salvação, a enfermidade é inimiga do ser humano, porque quebra a sua harmonia interior, ameaça a vida, rompe com a fluência de suas energias positivas, além de abafar a sua dignidade e auto-estima. É um mal físico e moral, que por mais que se lute contra ele, muitas vezes a solução é padecer pacificamente. Um exemplo típico na Sagrada Escritura foi o de Jó, que lutou ardentemente para se libertar da enfermidade e das correntes que o amarravam ao sofrimento. Porém, no meio das tribulações, Jó supera suas crises e é considerado um herói diante de Deus e da humanidade.
O Papa João Paulo II exorta os doentes a aceitarem esse estado, conformando suas vidas a Cristo sofredor e contribuindo, desse modo, para a santidade da Igreja (Cf. PAPA JOÃO PAULO II, Exort. Ap.: Salvifici doloris, de 11 de fevereiro de 1984). Por outro lado, a Igreja intercede pelos doentes, pela conversão de seus pecados e a restituição da saúde para que eles possam reintegrar a comunhão fraterna espiritual e corporal dentro da comunidade. Nessa perspectiva, não há mais espaço na nova visão da Igreja para se falar de extrema unção, ou última unção, como se fosse o passaporte para a eternidade, mas de unção dos enfermos, para que lhes seja restituída a vida.
O Vaticano II tenta recuperar essa dimensão, quando afirma: 
“Pela sagrada unção dos enfermos pela oração dos presbíteros, toda a Igreja recomenda os doentes ao Senhor, que sofreu e foi glorificado, para que os salve e reanime (cf. Tg 5,14-16) e sobretudo os exorta a se unirem de coração à paixão e morte de Cristo (cf. Rm 8,17; Cl 1,24; 2Tm 2,11-12; 1Pd 4,13), para o bem do povo de Deus”(SC 73).
O Código de Direito Canônico incorporou essa visão teológica, afirmando que “a Igreja recomenda ao Senhor sofredor e glorificado os fiéis gravemente doentes, para que os alivie e salve”(can. 998). 

2. Matéria, forma e ministro do sacramento 

A matéria é o “óleo de oliveira ou de outras plantas esmagadas”(can. 847, § 1). Esse óleo deve ser bento na celebração própria para isso pelo bispo (Quinta-feira Santa) ou em caso de necessidade e dentro da própria celebração, por qualquer presbítero (can. 999, 2º). A unção é feita na fronte e nas mãos do enfermo. Por um justo motivo pelo perigo de contágio de uma doença, se pode usar de um instrumento, como é o caso do algodão (can. 1000, § 2).
A forma, são as palavras do sacerdote, de acordo com a tradução oficial do ritual no Brasil:
“Por esta santa unção e pela sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo (R. Amém). Para que, liberto dos teus pecados, ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos. (R. Amém)”. 
O ministro da unção válida é “todo sacerdote, e somente ele”(can. 1003, § 1). 

3. Condições para alguém receber a Unção

1) Que seja uma pessoa batizada;
2) Que tenha atingido o uso da razão (tenha ao menos sete anos de idade). A unção de dementes, somente seja ministrada, se manifestarem a capacidade de raciocinar e querer livremente. Em caso de dúvida, administra-se o sacramento (can. 1005);
3) Que possua a devida intenção, ao menos implicitamente e inclua a vontade de viver de acordo com os princípios cristãos, ou em iminente perigo, que o solicite;
4) Que comece a estar em perigo de morte por doença ou por velhice. Embora o sacramento não é para moribundos, se aconselha essa praxe. Também pode ser ministrado antes de uma operação cirúrgica de risco;
5) Que não persevere em pecado grave ou manifesto (can. 1007). Isso é somente para a liceidade. Não é prudente instigar a pessoa ao arrependimento de seus pecados, sobretudo quando está prestes a passar para a outra vida.
A Unção dos enfermos pode reiterada, sempre o doente, uma vez convalescido, recaia na enfermidade grave ou se a enfermidade for permanente. Pastoralmente, se recomenda a repetição desse sacramento, que funciona como elixir para aliviar as tensões do enfermo. 
Por outro lado, se recomenda que a Unção seja unida aos outros sacramentos, na seguinte seqüência: 1) Penitência; 2) Unção; 3) Eucaristia. 
A celebração pode ser comunitária ou individual, de acordo com as circunstâncias. A celebração comunitária da Unção dos enfermos serve de incentivo e encorajamento aos que se encontram no martírio de uma doença, para que sejam fortalecidos e elevem a sua auto-estima dentro da comunidade.

4. Uma possível resposta ao fato

No Direito Canônico da Igreja católica, existe uma saída, se o caso em epígrafe for configurado à normativa do cânon 844. De acordo com tal norma, é permitida a administração dos sacramentos da eucaristia, penitência e unção dos enfermos, aos fiéis das Igrejas Orientais separadas e outras Igrejas equiparadas pela Sé Apostólica, desde que obedeçam as seguintes condições:
1) Haja solicitação espontânea;
2) Tenham a devida disposição para recebê-los;
3) Evitem o proselitismo.
Aos fiéis de outras denominações cristãs, é permitida a administração desses sacramentos, sob as seguintes condições:
1) Em perigo de morte;
2) Em caso de verdadeira necessidade, conforme o parecer do Bispo diocesano ou da Conferência Episcopal. Neste caso, as condições expressas no cânon 844, § 4, exigem que esses fiéis manifestem diante do sacramento a mesma fé católica e que estejam devidamente dispostos a recebê-los. Em outras palavras, podem ser batizados, receber a ceia, mas lhes falta neste momento a devida consciência cristã, equiparada à fé católica, justamente porque nestas denominações não existe o sacramento da unção dos enfermos.
Diante do exposto, não nos parece que a pessoa que está demandando o sacramento seja norteada pelas verdadeiras condições acima. Tudo indica que ela esteja norteada pela moda que existe em nossa sociedade de receber bênção e unção de qualquer jeito, como se os sacerdotes e pastores e pastoras fossem dispensadores de graças divinas, sem se questionar sobre a verdadeira intenção e preparação para receber o devido sacramento. O questionamento aqui vale também para uma grande maioria de católicos romanos, que também frequentam outras denominações cristãs, como se fosse um mercado de graças, bênçãos e unções. Portanto, sem saber o verdadeiro motivo para receber a unção na celebração comunitária, a Igreja católica não se sente autorizada a dispensar a tal sacramento a fiéis de outras denominações, salvo restando se preencherem as condições supramencionadas.