terça-feira, 23 de abril de 2013

São Jorge não é ogum!


O santo que me perdoe, mas que dia irritante esse 23/04 no Rio de Janeiro!!! Somos acordados as 6h, hora do angelus, com foguetório em homenagem a São Jorge. Não bastasse isso, as 18h, também hora do angelus, mais foguetório... Se fossem pessoas realmente querendo agradecer ou pedir ao santo, estariam em silêncio rezando o terço em honra dele, e não fogueteando como no réveillon. Afff!!!

Quando é que esse povo de religião afro vai aprender que São Jorge morreu cristão e nunca acreditou na doutrina dessas entidades e orixás de "macumba", hein?! Que inconvenientes e ignorantes! Talvez um pouco de História ajude...

A existência de São Jorge, por vezes, foi colocada em dúvida. Talvez porque sua história sempre tenha sido mistura entre as tradições cristãs e lendas, difundidas e espalhados entre os quatro cantos do planeta.

Contudo encontramos na Palestina os registros oficiais de seu testemunho de fé. O seu túmulo está situado na cidade de Lida, próxima de Tel Aviv, Israel, onde foi decapitado no século IV, e é local de peregrinação desde essa época, não sendo interrompida nem mesmo durante o período das cruzadas. Ele foi escolhido como o padroeiro de Gênova, de várias cidades da Espanha, Portugal, Lituânia e Inglaterra e um sem número de localidades no mundo todo. Até hoje, possui muitos devotos fervorosos em todos os países católicos, inclusive no Brasil.

A sua imagem de jovem guerreiro, montado no cavalo branco e enfrentando um terrível dragão, obviamente reporta às várias lendas que narram esse feito extraordinário. A maioria delas diz que uma pequena cidade era atacada periodicamente pelo animal, que habitava um lago próximo e fazia dezenas de vítimas com seu hálito de fogo. Para que a população inteira não fosse destruída pelo dragão, a cidade lhe oferecia vítimas jovens, sorteadas a cada ataque.

Certo dia, chegou a vez da filha do rei, que foi levada pelo soberano em prantos à margem do lago. De repente, apareceu o jovem guerreiro e matou o dragão, salvando a princesa. Ou melhor, não o matou, mas o transformou em dócil cordeirinho, que foi levado pela jovem numa corrente para dentro da cidade. Ali, o valoroso herói informou que vinha da Capadócia, chamava-se Jorge e acabara com o mal em nome de Jesus Cristo, levando a comunidade inteira à conversão.

De fato, o que se sabe é que o soldado Jorge foi denunciado como cristão, preso, julgado e condenado à morte. Entretanto o momento do martírio também é cercado de muitas tradições. Conta a voz popular que ele foi cruelmente torturado, mas não sentiu dor. Foi então enterrado vivo, mas nada sofreu. Ainda teve de caminhar descalço sobre brasas, depois jogado e arrastado sobre elas, e mesmo assim nenhuma lesão danificou seu corpo, sendo então decapitado pelos assustados torturadores. Jorge teria levado centenas de pessoas à conversão pela resistência ao sofrimento e à morte. Até mesmo a mulher do então imperador romano.

São Jorge virou um símbolo de força e fé no enfrentamento do mal através dos tempos e principalmente nos dias atuais, onde a violência impera em todas as situações de nossas vidas. Seu rito litúrgico é oficializado pela Igreja católica e nunca esteve suspenso, como erroneamente chegou a ser divulgado nos anos 1960, quando sua celebração passou a ser facultativa. A festa acontece no dia 23 de abril, data da morte do santo, tanto no Ocidente como no Oriente.

Então vamos combinar assim: se você não é católico, se não crê que Jesus Cristo é o Verbo encarnado, que foi morto crucificado e ressuscitou, e deu ordem de não invocar nenhum espírito a não ser o Espírito Santo (terceira pessoa da Santíssima Trindade), não comemore o dia de São Jorge!!!!!! Deixe de ser incoerente!


Fonte: Paulinas

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Feliz aniversário, Bento!








Nosso amado Papa Bento completa 86 anos.
Que Deus o conserve em santidade e a Virgem Maria seja seu consolo. Amém!


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Nossa Senhora dos Prazeres

Bem antes da última peste que houve em Lisboa, em 1599, uma imagem da Mãe de Deus apareceu sobre uma fonte em Alcântara, na quinta dos Condes da Ilha. Essa fonte começou a ser chamada de "santa" porque sua água passou a curar várias enfermidades. Os condes levaram a imagem para sua casa, colocando-a em seu oratório. No entanto, certo dia a mesma imagem desapareceu do seu lugar para ser encontrada sobre um poço. Nossa Senhora manifesta-se, então, a uma menina, dando-lhe a missão de pedir aos vizinhos e familiares para ali construirem uma capela onde ela fosse venerada sob o título de Senhora dos Prazeres. As pessoas não duvidaram da criança e em pouco tempo a ermida foi erguida. A imagem foi ali depositada e os prodígios começaram a ocorrer.

Nossa Senhora dos Prazeres é a mesma Nossa Senhora das Sete Alegrias, devoção de origem franciscana.

As maiores alegrias ou os maiores prazeres de Maria Santíssima, que foram enumerados por um noviço franciscano, são os seguintes: a anunciação do anjo, a saudação de Isabel, o nascimento de Jesus, a visita dos Reis Magos, o encontro com o Menino no templo, a primeira aparição do Ressuscitado e a sua coroação no céu.

Portugal foi a primeira nação católica a festejar as alegrias de Maria.

No Brasil, Nossa Senhora dos Prazeres é padroeira da catedral e da diocese de Lages (SC), onde sua festa é celebrada em 15 de agosto. Na arquidiocese de Maceió, da qual também é padroeira, a festa é em 27 de agosto. No estado do Espírito Santo, no Santuário de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, as sete alegrias de Nossa Senhora são comemoradas no domingo da Pascoela. Existem igrejas dedicadas a esta invocação também em Minas Gerais (Diamantina e Lavras Novas) e em São Paulo, na cidade de Piracicaba. O templo mais famoso é o que se situa nos Montes Guararapes, perto de Recife, que foi reformado e embelezado pelos Monges Beneditinos em 1782.

Senhora dos Prazeres, vinde encher de alegria a nossa vida.
Afastai de nós toda espécie de tristeza.
Rogai por nós, que recorremos a vós!


ORAÇÃO
Composta pelo Pe. Antônio Carlos D’Elboux

Nossa Senhora dos Prazeres, nossa mãe querida, lembrando-nos de vossas grandes alegrias: a Anunciação do Senhor, a Visita à vossa prima Santa Isabel, o Nascimento do Menino Deus, a Adoração dos Magos ao vosso divino Filho, o Encontro de Jesus no Templo, a Ressurreição de Cristo e a vossa gloriosa Assunção, queremos pedir vossa intercessão por nós e pelas nossas famílias junto a Deus. Que Ele nos livre das doenças e dos perigos, do desemprego e da desunião. Nossa Senhora dos Prazeres, ajudai-nos a sermos bons seguidores de vosso adorado Filho, lendo e refletindo a Bíblia Sagrada, alimentando-nos de Jesus na Eucaristia e participando ativamente de nossa Comunidade. Queremos viver o mandamento do amor para com todos e caminhar em nossa vida dentro da justiça, colaborando para a construção da paz e da fraternidade. Amém.


Fonte:

domingo, 7 de abril de 2013

Grande Missão Ano da Fé


Por conta do Ano da Fé, inaugurado pelo papa Bento XVI no último 11 de outubro, com a Carta Apostólica Porta Fidei, o Caminho Neocatecumenal organiza a Grande Missão Ano da Fé, que consiste em sair à rua para evangelizar em mais de 10.000 praças pelo mundo inteiro.

Quando foi promulgado o Annus Fidei, em muitos âmbitos da Igreja se multiplicaram as iniciativas voltadas ao estudo e ao aprofundamento da fé: propostas editoriais, acadêmicas, catequeses e cursos de atualizações de diversos gêneros. 

Os iniciadores do Caminho Neocatecumenal, Kiko Arguello, Carmen Hernandez e padre Mario Pezzi, propuseram a Bento XVI, antes de sua demissão, uma iniciativa para este ano da Fé. A proposta do Caminho Neocatecumenal é iniciar a disposição da Nova Evangelização em todas as comunidades neocatecumenais espalhadas pelo mundo. 

O Caminho se dedica à evangelização, sendo inserido na sua natureza o anúncio do Kerygma, da Boa Notícia, às pessoas afastadas da Igreja e de Deus. Desde sua fundação, de fato, esta realidade eclesial contribuiu de modo fundamental ao anúncio do Evangelho através do envio de sacerdotes, catequistas itinerantes, famílias em missão e leigos consagrados a todo o mundo. Também em ocasião da Jornada Mundial da Juventude, os jovens catecúmenos vão, durante a peregrinação, percorrendo cidades e anunciando o Evangelho nas praças. 

O período escolhido para a Grande Missão Ano da Fé, que se desenvolverá ao mesmo tempo em todo o mundo, são os cinco domingos de Páscoa, a partir de 7 de Abril. Serão cinco encontros com temas específicos, no mesmo local e horário definido por paróquia. 

O programa foi estabelecido pelos iniciadores do Caminho Neocatecumenal juntos do Cardeal Vigário para a Diocese de Roma, Agostino Vallini. Na praça designada se colocará uma imagem sacra, um ambão e uma cruz para criar um ambiente de pregação em lugar aberto no meio dos que passam. Alguns cantos prepararão o ambiente para chamar as pessoas que estejam passando naquele local. Depois alguns testemunhos de jovens dando a experiência da fé em suas vidas... Em seguida um catequista dará uma catequese sobre o tema do encontro e fará o anúncio do kerygma para todos os presentes, finalizando com uma oração e um canto à Virgem Maria. 

































O Santo Padre Francisco, consentiu com esta grande missão nas praças do mundo. Já nas primeiras palavras depois de sua eleição, o Papa falou de “evangelização desta tão bela cidade”. Falando aos cardeais, em 15 de Março de 2013, o Papa Francisco sublinhou: “Temos a firme certeza que o Espírito Santo doa à Igreja, com o seu poderoso sopro, a coragem de perseverar e também de procurar novos métodos de evangelização, para portar o Evangelho até os confins da terra.” Aos sacerdotes romanos o Papa recordou a urgência de sair às periferias para levar o Evangelho “aos outros”. 
Também estou feliz por cumprimentar os muitos membros dos Movimentos e Associações presentes nesse nosso momento de oração, especialmente as comunidades neocatecumenais de Roma, que começam a partir de hoje uma missão especial nas praças da Cidade. Convido a todos a levar a Boa Notícia, em cada ambiente de vida, "com doçura e respeito" (I Pe 3,16)! Vão às praças e anunciem Jesus Cristo o nosso salvador! (Papa Francisco - 7/4/13)
No Brasil, grupos de fiéis de diversas paróquias, junto aos seus sacerdotes e com o respaldo dos bispos, evangelizarão em mais de 350 praças de 74 dioceses. Após estes encontros, se algumas pessoas quiserem continuar, serão encaminhadas às paróquias onde continuarão as catequeses para jovens e adultos que selarão o kerygma recebido.


Cardeal Dom Odilo Scherer na Praça da Sé - São Paulo - 07/04/2013
Desse modo, o Caminho oferece o seu contributo para o anúncio do Evangelho neste Ano da Fé.


Fotos da Grande Missão em Roma e no mundo: http://www.catechistaduepuntozero.it/100piazze/index.php?/categories


Fonte:

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Ordinariato Militar

Sempre frequentei a mesma capela militar de Nossa Senhora de Loreto, padroeira dos aviadores. Muita gente não sabe que existe ou como funciona uma Arquidiocese Militar... então esse post é para explicar.

Capelania militar

Nas instituições militares existem as capelania católicas e evangélicas, as quais desenvolvem suas atividades buscando assistir aos integrantes das Forças Armadas nas diversas situações da vida. O atendimento é estendido também aos familiares. A atividade de capelania é importante no meio militar, pois contribui na formação moral, ética e social dos integrantes das Unidades Militares em todo o Brasil. Para se tornar um Capelão Militar, o interessado deve ser Ministro Religioso - Padre, Pastor, etc. -, com experiência comprovada no Ministério Cristão, e ainda ser aprovado em concurso público de provas e títulos. Ao ser aprovado no concurso específico, o militar capelão é matriculado em curso militar de Estágio e Adaptação de Oficial Capelão.

O Ordinariato Militar é uma Circunscrição Eclesiástica que foi instituída pelo Papa João Paulo II, em 2l de abril de 1986, pela Constituição Apostólica Spirituali Militum Curae. O Ordinariato é equiparado juridicamente a uma diocese ou arquidiocese, e tem por finalidade cuidar do bem espiritual dos militares.

O Ordinário Militar (bispo) tem todos os direitos e obrigações de um bispo diocesano. A sua jurisdição do  é cumulativa com a jurisdição do bispo diocesano de cada diocese.

O direito que rege um Ordinariato Militar é determinado mais especificamente pelos Estatutos de cada Ordinariato e eventuais acordos com os diversos países. Geralmente o bispo militar recebe a dignidade de arcebispo. Como no caso do Brasil, através de um acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé. 

Os ambientes e os lugares reservados aos militares estão sujeitos, primária e principalmente, à jurisdição do Ordinariado militar; de modo secundário, porém, estão também sujeitos à jurisdição do Bispo diocesano, isto é, quando faltem o Ordinário militar e os seus Capelães: em tal caso, quer o Bispo diocesano quer o pároco agem por direito próprio. (Constituição Apostólica SPIRITUALI MILITUM CURAE , V)

XI - O Ordinário militar depende da Congregação para os Bispos ou da Congregação para a Evangelização dos Povos e, segundo os casos, trata as questões com os competentes Dicastérios da Cúria Romana.

XII - De cinco em cinco anos o Ordinário militar apresentará à Sé Apostólica a relação sobre a situação do Ordinariado, segundo a fórmula prescrita. De igual modo o Ordinário militar está sujeito às obrigações da Visita ad limina, segundo o direito.
A assistência religiosa aos militares católicos é prevista no Concílio Ecumênico Vaticano II no Decreto Christus Dominus, de 28 de outubro de 1965, que assim definiu: 
«A assistência espiritual aos militares exige cuidados especiais. Por isso, deve-se estabelecer um vigário castrense para toda a nação. Vigário e demais capelães cooperem com os bispos diocesanos na árdua tarefa a que se dedicam. Os bispos devem ceder ao vigário castrense um número suficiente de sacerdotes aptos ao exercício dessas funções e favorecer as iniciativas em favor do bem espiritual dos militares.» 

Ordinariato Militar no Brasil

A Constituição Federal Brasileira de 1988, prevê em seu art. 5º, inciso VII que «é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.»

O Ordinariato Militar do Brasil foi erigido canonicamente em 6 de novembro de 1950 como Vicariato Castrense do Brasil, pelo Papa Pio XII.  Por força da Constituição Apostólica Spirituali Militum Curae, de 21 de abril de 1986, passou a ser Ordinariato Militar, depois do acordo diplomático entre a Santa Sé e a República Federativa do Brasil, assinado em 23 de outubro de 1989.

No Brasil, o Ordinariato Militar é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no Brasil, subordinada diretamente à Santa Sé e participa do Conselho Episcopal Regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A sé episcopal está na Catedral Militar Santa Maria dos Militares Rainha da Paz, em Brasília - DF.

O Ordinariato Militar do Brasil organiza e coordena os serviços de todas as capelanias militares católicas do Brasil, dando assistência religiosa aos fiéis católicos, membros das Forças Armadas. Este Ordinariato Militar é canonicamente assimilado às dioceses, e é dirigido por um Ordinário Militar. Este prelado goza de todos os direitos e está sujeito a todos os deveres dos bispos diocesanos. 

O Ordinário Militar (bispo) deve ser brasileiro nato, recebe a dignidade de Arcebispo e está vinculado administrativamente ao Estado-Maior das Forças Armadas, sendo nomeado pela Santa Sé, após consulta ao governo brasileiro. O Estatuto do Ordinariato Militar foi homologado pelo decreto Cum Apostolicam Sedem, de 02/01/1990, da Congregação dos Bispos.

Este Ordinariato Militar recebeu nova estrutura através de seu Estatuto, homologado pelo Decreto Cum Apostolicam Sedem, de 2 de janeiro de 1990, da Congregação para os Bispos. O artigo 8º do Estatuto do Ordinariado Militar do Brasil define que «a jurisdição eclesiástica do Ordinário Militar é ordinária, própria e imediata, mas cumulativa com a do bispo diocesano, devendo ser exercida, primária e principalmente, nos quartéis e nos lugares próprios reservados aos membros das Forças Armadas e Auxiliares (Polícias Militares e Corpo de Bombeiros) não excetuados os militares da reserva remunerada e reformados com seus respectivos dependentes.».

Capelão

O capelão militar é um presbítero ou religioso encarregado de prestar assistência religiosa a alguma corporação militar (exército, marinha, aeronáutica, polícias militares e aos corpos de bombeiros militares), autorizado a realizar cultos religiosos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham também o seu capelão.

Ordinários militares do Brasil:

Dom Osvino José Both: 2006 - Atual Arcebispo.
+ Dom Geraldo do Espírito Santo Ávila: 1990-2005
Dom Augustinho Petry (Bispo auxiliar) 2000-
Dom Alberto Trevisan (Bispo auxiliar) 1964–1966
Dom José Newton de Almeida Baptista: 1963–1990
Dom Jaime de Barros Cardeal Câmara: 1950–1963

Santos padroeiros

Nossa Senhora Rainha da Paz - Brasília/DF

São João de Capistrano (1386-1456) – padroeiro dos capelães militares
São Lourenço de Brindisi (1559-1619) – foi capelão militar
Nossa Senhora de Loreto - Padroeira dos aviadores
Nossa Senhora da Conceição - Padroeira do Exército Brasileiro
Santo Expedito - protetor dos militares
São Sebastião - patrono dos militares



Fonte:
Arquidiocese Militar

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Regina Coeli

O Regina Coeli substitui o Angelus durante o Tempo Pascal e recita-se às 6h, 12h e 18h, em público e sempre de pé. 

R: Regína Cæli, lætáre, alleluia; 
V: Quia quem meruísti portáre, alleluia!

R: Resurréxit, sicut dixit, alleluia;
V: Ora pro nóbis Deum, alleluia!


V
: Gaude et lætáre, Virgo Maria, alleluia.
R: Quia surréxit Dóminus vere, alleluia!


Oremus: Deus, qui per resurrectiónem Filii tui Dómini nostri Jesu Christi mundum lætificáre dignátus es: præsta, quæsumus; ut, per ejus Genitrícem Vírginem Mariam, perpétuæ capiámus gáudia vitæ. Per eumdem Christum, Dóminum nostrum. Amém

Em português:

R: Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia. 
V: Porque aquele que merecestes trazer no seio, aleluia!

R
: Ressuscitou como disse, aleluia.
V: Rogai por nós a Deus, aleluia! 


R
: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria, aleluia.
V: Pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia!


Oremos: Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo pela Ressurreição do Vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, fazei, por intercessão da Virgem Maria, sua Mãe Santíssima, que sejamos admitidos nas alegrias da vida eterna. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.