sexta-feira, 31 de maio de 2013

No coração da Jornada


Comprei o CD "No Coração da Jornada", e me surpreendi com várias músicas lindas e... litúrgicas! Teremos até latim!  \o/

Confio muito em Dom Orani e fiquei super feliz em saber que a Ziza Fernandes é a diretora musical dos Atos Centrais. Voltando ao CD, ele foi produzido pelo famoso e bem conceituado produtor musical Marco Mazzola. A escolha das músicas e músicos, dos arranjos... na minha opinião foram muito acertivas! A idéia era uma levada mais jovem (JMJ!!!) e contagiante. Creio que alcançaram o objetivo, pelo menos a mim... me alcançaram! =)

Dom Orani, Marco Mazzola, Olívia Ferreira, Eliana Ribeiro, Adriana Arydes, Leandro Souza, Pe. Omar, Pe. Reginaldo, Pe. Fábio (de clergyman!), Pe. Gleuson e Ir. Kelly Patrícia






Tenho ouvido bastante na Rádio Catedral (do Rio de Janeiro) a música Tantum Ergo Sacramentum, do Pe. Carlos Henrique (in memoriam). Lembrava-me apenas da Olívia cantando, e eu sempre me emocionando...  como essa moça canta, hein! Jesus!!! Voz linda demais, e como diriam os "rccistas": que unção! Mas nessa nova versão a música continua impactante... linda e com muita unção!!! É cantada pela Ir. Kelly Patrícia e pelos padres midiáticos Fábio de Melo, Gleuson, Reginaldo Manzotti, Juarez, Omar e Marcelo Rossi. Sério, está demais!!!!!! 

Aí vai a letra e o vídeo na versão da Olívia!



Vamos todos louvar juntos o mistério de amor, 
pois o preço deste mundo foi o sangue redentor,
recebido de Maria, que nos deu o Salvador. (2x)

Veio ao mundo por Maria, foi por nós que ele nasceu. 
Ensinou sua doutrina, com os homens conviveu.
No final de sua vida, um presente ele nos deu. (2x)

Observando a Lei Mosaica, se reuniu com os irmãos. 
Era noite. Despedida. Numa ceia: refeição.
Deu-se aos doze em alimento, pelas suas próprias mãos. (2x)

A Palavra do Deus vivo transformou o vinho e o pão
no seu sangue e no seu corpo, para a nossa salvação. 
O milagre nós não vemos, basta a fé no coração. (2x)

Tão sublime sacramento adoremos neste altar, 
pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento os sentidos completar. (2x)

Ao Eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador.
Ao Espírito exaltemos, na Trindade, eterno amor.
Ao Deus Uno e Trino demos a alegria do louvor. (2x)


Veja as músicas que estão no CD:
Homenagem ao Papa (Seja Bem-vindo)
Hino da JMJ Rio 2013 (Esperança do Amanhecer)
Ato pentencial (Kyrie Eleison)
Glória (Glória e aos homens toda paz, sua paz)
Aclamação ao Evangelho (Aleluia)
Ofertório (Ofertório JMJ)
Santo (Sanctus)
Cordeiro (Cordeiro de Deus)
Comunhão I (Tesouro Singelo)
Comunhão II (Tantum Ergo)
Final (Fino ai confini della terra – "Até os confins da terra”)
Maria (Mãe Aparecida)
A barca (Pescador de Homens)
Homenagem a São Sebastião (Jovens Abençoados)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Resposta ao texto "MAU CAMINHO" do Amor Mariano

Registro aqui a resposta que escrevi sobre o texto intitulado "MAU CAMINHO" (sobre o Caminho Neocatecumenal), postado no site Amor Mariano, mas que não foi publicada pelo mesmo sei lá por quê (sic!):
Papa Bento XVI com o Pe. José, Kiko e Carmem

Caríssimos, a Paz!

Sou católica pela graça e amor de Deus, devota da Virgem Maria, serva obediente da hierarquia eclesial e apreciadora da Sagrada Tradição da Igreja. Mas da Tradição de fato, e não essa tradição usurpada pelos fariseus modernos. Sim, porque não entender ou pior, deturpar e manipular textos e citações, é coisa de fariseu moderno!

O Caminho Neocatecumenal não quer mudar a Igreja, menos ainda ser uma seita infiltrada (essa foi boa! rs). Se assim o fosse, já teria sido extirpado do seio da Santa Mãe Igreja! Mas ao contrário, busca ajudar os cristãos a retomar aquela fé no Amor de Deus que foi perdida do cristianismo primitivo e das Cruzadas, aquela fé que impulsionou a Igreja, que gerou grandes santos na Idade Média, aquela fé que anunciava a boa nova e que fazia com que os cristãos se tornassem mártires nas covas dos leões ou nas batalhas em defesa da fé! Nos dias de hoje é expressamente necessário retomarmos essa fé no Amor de Deus, porque o mundo, pasmem, já não é mais cristão!

Não serei hipócrita em dizer que no Caminho não tendem a ver a Igreja a partir de si, assim como as congregações e ordens tradicionais, o Amor Mariano inclusive, também o fazem. É normal e deve ser sempre corrigida esta tendência de alguns! Mas se não se apegarem apenas à liturgia como fazem em seus julgamentos e condenações aqui, perceberão que o BOM Caminho Neocatecumenal é uma belíssima proposta de vivência cristã!

A respeito da parte do texto sobre os juízos doutrinários... de fato, tem razão em denunciar a falsidade. No entanto, o Caminho também prega como falsos tais juízos. Quem diz o contrário, repito, são fariseus que manipulam e distorcem a verdade proclamada! Infelizmente, sabemos como eram e ainda hoje são as catequeses para primeira comunhão e crisma nas paróquias: fracas de conteúdo, base e conversão... A "metodologia" do Caminho consiste em um itinerário catequético (itinerário baseado no da Virgem Maria, pasmem²). Então não lemos uma frase e já concluímos o todo como vocês fizeram nesse texto. O todo só faz sentido com todas as frases, ou seja, no catecumenato só faz sentido com todas as etapas. E tirar o texto do contexto é coisa de protestante!

As apostilas (catequeses bíblicas e patrísticas, respaldadas pela sã doutrina da Igreja Católica) não são "secretas" (inclusive o então cardeal Joseph Hatzinger já as leu). Aliás, nada do Caminho é secreto! Todos são convidados a conhecer.

Acerca do Rito... ora, não sejamos desonestos intelectuais! Sabemos que ao longo da história existiram (e ainda existem) diversos ritos para os Santos Sacramentos, permitidos e aprovados pela Igreja. Concordo que ter um único rito também é uma forma de unidade. No entanto, não podemos engessar as coisas... se é um rito, ou seja, algo não inventado, mas dado e aprovado pelo Papa e pela Igreja... se a essência e intenção não divergem do legado trazido da Tradição, que não começou ou terminou em Pio V e Pio XII... Rá! Cadê a hierárquica obediência dos fariseus modernos?!

Ora, toda a família litúrgica tem virtudes e lacunas... um rito dá maior ênfase à Paixão, outro à Ressurreição e outro ainda à Pentecostes... quando o que celebramos na Santa Missa é o mistério Pascal de Cristo por inteiro: paixão, morte, ressurreição e dom do Espírito! Mas todos fazem o que Cristo ordenou. Então, por favor, não queiramos tomar para nós a liturgia, que pertence à Igreja. Mas sejamos obedientes e dóceis!

Na igreja temos muitos membros (carismas), uns diferentes dos outros, onde Cristo é a cabeça.... e isso é um tesouro maravilhoso! O que funciona para mim, não necessariamente funcionará para você... "Sh'má Israel, Adonai Eloheinu. Adonai Echad!" Deus é um, mas não está a mercê das leis. O Espírito sopra onde quer, não sabemos de onde Ele vem e nem para onde vai... Então participemos de tudo o que somos permitidos pelo Santo Padre serenamente, confiando na Providência Divina que guia a Igreja. =)

Talvez tenha deixado palavras demais aqui, mas não creio ter jogado pérolas aos porcos, porque na Igreja Católica somos UM!

In corde Jesu et Mariae.
PAX ET BONUM!


Santo Sacrifício do Altar na Eucaristia celebrada no Caminho

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nossa Senhora da Estrada

24 de maio, dia de Nossa Senhora da Estrada

O culto a Nossa Senhora da Estrada chegou ao Brasil com os jesuítas.

Já desde os primeiros séculos, os cristãos pediam a proteção da Virgem Maria ao viajarem, pois ela conheceu de perto os perigos das estradas, ao fugir para o Egito, carregando seu filho Jesus nos braços e acompanhada do bom José. Naqueles tempos, viajar pelas estradas era uma aventura arriscada que podia custar a própria vida. A cada passo, uma dificuldade: deserto, mato fechado, pântanos, rios, feras selvagens, bandidos... Nossa Senhora, valei-me! 

A invocação a Nossa Senhora da Estrada teve início no começo do século XIII, na Itália. Um desconhecido colocou um quadro com a imagem de Maria e o menino Jesus, numa velha capelinha à beira da estrada que ligava Roma ao interior e o povo logo o chamou de Nossa Senhora da Estrada.

Os viajantes ficaram surpresos e felizes com aquele quadro e passaram a parar diante da capelinha para orar a Deus, pedindo a sua proteção da Virgem Maria. A divulgação do culto correu rápida alcançando toda a cristandade, do Ocidente e do Oriente. 

Muitas igrejas foram erigidas e colocadas sob a invocação de Nossa Senhora da Estrada, mas a mais antiga foi justamente aquela capelinha que hoje se encontra na Igreja del Gesù, em Roma, confiada pelo Papa Paulo III, em 1541, aos jesuítas. Ao lado desta capela, se instalou santo Inácio de Loyola; aqui ele orou e perto dela veio falecer.

"Pelas estradas da vida, nunca sozinho estás, contigo pelo caminho, Santa Maria vai..."

Ó doce Maria Nossa Mãe Celeste, sê guia dos nossos passos nas Estradas muitas vezes pedregosas de nossa vida, e quando esta chegar ao seu fim, sê para nós porta do céu e mostra-nos o fruto bendito de teu ventre, Jesus (Papa Pio XII).

Nossa Senhora da Estrada, cuidai com carinho de mãe de todos os viajantes. Amém!



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Os cristãos no mundo

Da Carta a Diogneto, capítulos V e VI - Séc.II

Os cristãos não se diferenciam dos outros homens nem pela pátria nem pela língua nem por um gênero de vida especial. De fato, não moram em cidades próprias, nem usam linguagem peculiar, e a sua vida nada tem de extraordinário. A sua doutrina não procede da imaginação fantasista de espíritos exaltados, nem se apóia em qualquer teoria simplesmente humana, como tantas outras.

Moram em cidades gregas ou bárbaras, conforme as circunstâncias de cada um; seguem os costumes da terra, quer no modo de vestir, quer nos alimentos que tomam, quer em outros usos; mas o seu modo de viver é admirável e passa aos olhos de todos por um prodígio. Habitam em suas pátrias, mas como de passagem; têm tudo em comum como os outros cidadãos, mas tudo suportam como se não tivessem pátria. Todo país estrangeiro é sua pátria e toda pátria é para eles tera estrangeira. Casam-se como toda gente e criam seus filhos, mas não rejeitam os recém-nascidos. Têm em comum a mesa, não o leito.

São de carne, porém, não vivem segundo a carne. Moram na terra, mas sua cidade é no céu. Obedecem às leis estabelecidas, mas com seu gênero de vida superam as leis. Amam a todos e por todos são perseguidos. Condenam-nos sem os conhecerem; entregues à morte, dão a vida. São pobres, mas enriquecem a muitos; tudo lhes falta e vivem na abundância. São desprezados, mas no meio dos opróbrios enchem-se de glória; são caluniados, mas transparece o testemunho de sua justiça. Amaldiçoam-nos e eles abençoam. Sofrem afrontas e pagam com honras. Praticam o bem e são castigados como malfeitores; ao serem punidos, alegram-se como se lhes dessem a vida. Os judeus fazem-lhes guerra como a estrangeiros e os pagãos os perseguem; mas nenhum daqueles que os odeiam sabe dizer a causa do seu ódio.

Numa palavra: os cristãos são no mundo o que a alma é no corpo. A alma está em todos os membros do corpo; e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, mas não provém do corpo; os cristãos estão no mundo, mas não são do mundo. A alma invisível é guardada num corpo visível; todos vêem os cristãos, pois habitam no mundo, contudo, sua piedade é invisível. A carne, sem ser provocada, odeia e combate a alma, só porque lhe impede o gozo dos prazeres; o mundo, sem ter razão para isso, odeia os cristãos precisamente porque se opõem a seus prazeres.

A alma ama o corpo e seus membros, mas o corpo odeia a alma; também os cristãos amam os que os odeiam. Na verdade, a alma está encerrada no corpo, mas é ela que contém o corpo; os cristãos encontram-se detidos no mundo como numa prisão, mas são eles que abraçam o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; os cristãos vivem como peregrinos em moradas corruptíveis, esperando a incorruptibilidade dos céus. A alma aperfeiçoa-se com a mortificação na comida e na bebida; os cristãos, constantemente mortificados, vêem seu número crescer dia a dia. Deus os colocou em posição tão elevada que lhes é impossível desertar.

Leia mais em Veritatis Splendor.

Este texto nunca foi mencionado na antiguidade ou na Idade Média. Permaneceu longos séculos em silêncio, ignorado. Encontrado, casualmente, por Tomás de Arezzo, em Constantinopla, em 1436, junto a um punhado de manuscritos contendo 22 títulos de textos apologéticos. Cinco deles estavam catalogados sob o nome de Justino. Junto com o Discurso aos gregos, atribuído a Justino, estava outro manuscrito com os dizeres: "Do mesmo... a Diogneto".
Não se encontrou, até agora, nenhuma outra versão deste documento. Este manuscrito grego, único, percorreu, a partir de sua descoberta, longo caminho até se alojar na Biblioteca municipal de Estrarsburgo. Mas não teve sorte muito brilhante. Em 1592, Henricus Stephanus o editou com o nome de Carta a Diogneto. Por esta época, foram feitas algumas cópias para outros bibliotecas, o que salvou texto. De fato, um incêndio provocado pela artilharia, na guerra franco-prussiana, em agosto de 1870, destruiu a Biblioteca e seu acervo.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Papa Francisco e o possível caso de Opressão Diabólica

“Com o príncipe deste mundo não se pode dialogar: e isso está claro!” (Papa Francisco)

Neste último Domingo, dia 19/05/2013Papa Francisco ao final da missa de Pentecostes, foi abençoar alguns fiéis enfermos impondo lhes as mãos e traçando sobre alguns o sinal da Cruz.
Quando chegou em um determinado homem na qual se encontrava numa cadeira de rodas, e que estava sendo acompanhado por um padre. Este Padre diz alguma coisa ao Papa Francisco, que faz com que ele imponha suas mãos sobre aquele homem e reze pelo mesmo.
Por aqueles que estão um pouco mais acostumados com cenas de pessoas passando por um processo de Libertação, ou até mesmo de uma possessão diabólica, é possível notar características muito familiares com a mesma, vista no video.

O rapaz que antes estava sereno, passa a fazer sons estranhos, se contorce de uma maneira que não é muito comum, e tem uma expressão de ódio em seu rosto.
Claro, que mesmo assim não podemos afirmar que se trata de uma Opressão Diabólica ou se estamos a frente de um caso psicológico.
Para se ter uma plena certeza seria necessário tempo para uma avaliação e coisas do tipo…

Mas foi bonito ver a atitude do nosso Papa Francisco, imponde – lhe as mãos sem medo e rezando por ele. E se realmente fosse uma realidade espiritual que aquele homem estava vivendo, ele estava a frente da pessoa certa; nada mais que o representante de Cristo!
Vale a pena conferir o video!
E não esqueçamos que o demônio existe, que ele age e quer somente roubar, matar e destruir!



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Atualização em 22/05/2013

Hoje, pela manhã, porém, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, SJ, negou esta possibilidade. “O Santo Padre não pretendia realizar qualquer exorcismo”, disse. “Como ele frequentemente faz com os doentes e sofredores que estão em seu caminho, ele pretendia simplesmente rezar por uma pessoa que sofre e que fora trazida diante dele”, concluiu padre Lombardi.

Quem não concordou de maneira alguma com a declaração do porta-voz da Santa Sé foi ninguém mais ninguém menos que o famoso exorcista Gabriele Amorth, autor de inúmeros livros e autoridade indiscutível no assunto. Ele disse, durante uma participação num programa de rádio da Itália, que o gesto do Papa Bergoglio “foi um verdadeiro exorcismo e se o Pe. Lombardi o nega, ele claramente não entendeu nada”. “O que ele fez – explicou o exorcista – é qualificado como um exorcismo porque um exorcismo é também realizado ao colocar as mãos sobre a cabeça da pessoa e rezar, sem recorrer a exorcismos escritos”. Pe. Amorth identificou o rapaz por quem o Papa rezou, que o procurou e recebeu um “longo exorcismo”. O fiel, de 43 anos, é mexicano e, segundo o padre Gabriele Amorth, esta possessão “é uma vingança do demônio contra os bispos mexicanos, porque eles não se opuseram ao aborto como deveriam. O rapaz só será libertado se os bispos mexicanos fizerem penitência por não ter intervisto”.

Ler texto na íntegra em Ecclesia Una

Bote Fé Niterói, rumo à JMJ!

Visão panorâmica do evento na Praia de Icaraí


Shows
Jovens de toda a região chegando ao Bote Fé Niterói

Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (sede da JMJ)
Manifestações de fé e entusiasmo com a JMJ
Marinha do Brasil trazendo os sinais da JMJ

Os sinais já chegando na praia de Icaraí



A Cruz Peregrina e o Ícone da Virgem Maria chegam a Praia de Icaraí
Multidão aguardando os Sinais da JMJ

Início da Santa Missa

Dom José Francisco, arcebispo de Niterói



















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