sexta-feira, 12 de abril de 2013

Nossa Senhora dos Prazeres

Bem antes da última peste que houve em Lisboa, em 1599, uma imagem da Mãe de Deus apareceu sobre uma fonte em Alcântara, na quinta dos Condes da Ilha. Essa fonte começou a ser chamada de "santa" porque sua água passou a curar várias enfermidades. Os condes levaram a imagem para sua casa, colocando-a em seu oratório. No entanto, certo dia a mesma imagem desapareceu do seu lugar para ser encontrada sobre um poço. Nossa Senhora manifesta-se, então, a uma menina, dando-lhe a missão de pedir aos vizinhos e familiares para ali construirem uma capela onde ela fosse venerada sob o título de Senhora dos Prazeres. As pessoas não duvidaram da criança e em pouco tempo a ermida foi erguida. A imagem foi ali depositada e os prodígios começaram a ocorrer.

Nossa Senhora dos Prazeres é a mesma Nossa Senhora das Sete Alegrias, devoção de origem franciscana.

As maiores alegrias ou os maiores prazeres de Maria Santíssima, que foram enumerados por um noviço franciscano, são os seguintes: a anunciação do anjo, a saudação de Isabel, o nascimento de Jesus, a visita dos Reis Magos, o encontro com o Menino no templo, a primeira aparição do Ressuscitado e a sua coroação no céu.

Portugal foi a primeira nação católica a festejar as alegrias de Maria.

No Brasil, Nossa Senhora dos Prazeres é padroeira da catedral e da diocese de Lages (SC), onde sua festa é celebrada em 15 de agosto. Na arquidiocese de Maceió, da qual também é padroeira, a festa é em 27 de agosto. No estado do Espírito Santo, no Santuário de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, as sete alegrias de Nossa Senhora são comemoradas no domingo da Pascoela. Existem igrejas dedicadas a esta invocação também em Minas Gerais (Diamantina e Lavras Novas) e em São Paulo, na cidade de Piracicaba. O templo mais famoso é o que se situa nos Montes Guararapes, perto de Recife, que foi reformado e embelezado pelos Monges Beneditinos em 1782.

Senhora dos Prazeres, vinde encher de alegria a nossa vida.
Afastai de nós toda espécie de tristeza.
Rogai por nós, que recorremos a vós!


ORAÇÃO
Composta pelo Pe. Antônio Carlos D’Elboux

Nossa Senhora dos Prazeres, nossa mãe querida, lembrando-nos de vossas grandes alegrias: a Anunciação do Senhor, a Visita à vossa prima Santa Isabel, o Nascimento do Menino Deus, a Adoração dos Magos ao vosso divino Filho, o Encontro de Jesus no Templo, a Ressurreição de Cristo e a vossa gloriosa Assunção, queremos pedir vossa intercessão por nós e pelas nossas famílias junto a Deus. Que Ele nos livre das doenças e dos perigos, do desemprego e da desunião. Nossa Senhora dos Prazeres, ajudai-nos a sermos bons seguidores de vosso adorado Filho, lendo e refletindo a Bíblia Sagrada, alimentando-nos de Jesus na Eucaristia e participando ativamente de nossa Comunidade. Queremos viver o mandamento do amor para com todos e caminhar em nossa vida dentro da justiça, colaborando para a construção da paz e da fraternidade. Amém.


Fonte:

domingo, 7 de abril de 2013

Grande Missão Ano da Fé


Por conta do Ano da Fé, inaugurado pelo papa Bento XVI no último 11 de outubro, com a Carta Apostólica Porta Fidei, o Caminho Neocatecumenal organiza a Grande Missão Ano da Fé, que consiste em sair à rua para evangelizar em mais de 10.000 praças pelo mundo inteiro.

Quando foi promulgado o Annus Fidei, em muitos âmbitos da Igreja se multiplicaram as iniciativas voltadas ao estudo e ao aprofundamento da fé: propostas editoriais, acadêmicas, catequeses e cursos de atualizações de diversos gêneros. 

Os iniciadores do Caminho Neocatecumenal, Kiko Arguello, Carmen Hernandez e padre Mario Pezzi, propuseram a Bento XVI, antes de sua demissão, uma iniciativa para este ano da Fé. A proposta do Caminho Neocatecumenal é iniciar a disposição da Nova Evangelização em todas as comunidades neocatecumenais espalhadas pelo mundo. 

O Caminho se dedica à evangelização, sendo inserido na sua natureza o anúncio do Kerygma, da Boa Notícia, às pessoas afastadas da Igreja e de Deus. Desde sua fundação, de fato, esta realidade eclesial contribuiu de modo fundamental ao anúncio do Evangelho através do envio de sacerdotes, catequistas itinerantes, famílias em missão e leigos consagrados a todo o mundo. Também em ocasião da Jornada Mundial da Juventude, os jovens catecúmenos vão, durante a peregrinação, percorrendo cidades e anunciando o Evangelho nas praças. 

O período escolhido para a Grande Missão Ano da Fé, que se desenvolverá ao mesmo tempo em todo o mundo, são os cinco domingos de Páscoa, a partir de 7 de Abril. Serão cinco encontros com temas específicos, no mesmo local e horário definido por paróquia. 

O programa foi estabelecido pelos iniciadores do Caminho Neocatecumenal juntos do Cardeal Vigário para a Diocese de Roma, Agostino Vallini. Na praça designada se colocará uma imagem sacra, um ambão e uma cruz para criar um ambiente de pregação em lugar aberto no meio dos que passam. Alguns cantos prepararão o ambiente para chamar as pessoas que estejam passando naquele local. Depois alguns testemunhos de jovens dando a experiência da fé em suas vidas... Em seguida um catequista dará uma catequese sobre o tema do encontro e fará o anúncio do kerygma para todos os presentes, finalizando com uma oração e um canto à Virgem Maria. 

































O Santo Padre Francisco, consentiu com esta grande missão nas praças do mundo. Já nas primeiras palavras depois de sua eleição, o Papa falou de “evangelização desta tão bela cidade”. Falando aos cardeais, em 15 de Março de 2013, o Papa Francisco sublinhou: “Temos a firme certeza que o Espírito Santo doa à Igreja, com o seu poderoso sopro, a coragem de perseverar e também de procurar novos métodos de evangelização, para portar o Evangelho até os confins da terra.” Aos sacerdotes romanos o Papa recordou a urgência de sair às periferias para levar o Evangelho “aos outros”. 
Também estou feliz por cumprimentar os muitos membros dos Movimentos e Associações presentes nesse nosso momento de oração, especialmente as comunidades neocatecumenais de Roma, que começam a partir de hoje uma missão especial nas praças da Cidade. Convido a todos a levar a Boa Notícia, em cada ambiente de vida, "com doçura e respeito" (I Pe 3,16)! Vão às praças e anunciem Jesus Cristo o nosso salvador! (Papa Francisco - 7/4/13)
No Brasil, grupos de fiéis de diversas paróquias, junto aos seus sacerdotes e com o respaldo dos bispos, evangelizarão em mais de 350 praças de 74 dioceses. Após estes encontros, se algumas pessoas quiserem continuar, serão encaminhadas às paróquias onde continuarão as catequeses para jovens e adultos que selarão o kerygma recebido.


Cardeal Dom Odilo Scherer na Praça da Sé - São Paulo - 07/04/2013
Desse modo, o Caminho oferece o seu contributo para o anúncio do Evangelho neste Ano da Fé.


Fotos da Grande Missão em Roma e no mundo: http://www.catechistaduepuntozero.it/100piazze/index.php?/categories


Fonte:

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Ordinariato Militar

Sempre frequentei a mesma capela militar de Nossa Senhora de Loreto, padroeira dos aviadores. Muita gente não sabe que existe ou como funciona uma Arquidiocese Militar... então esse post é para explicar.

Capelania militar

Nas instituições militares existem as capelania católicas e evangélicas, as quais desenvolvem suas atividades buscando assistir aos integrantes das Forças Armadas nas diversas situações da vida. O atendimento é estendido também aos familiares. A atividade de capelania é importante no meio militar, pois contribui na formação moral, ética e social dos integrantes das Unidades Militares em todo o Brasil. Para se tornar um Capelão Militar, o interessado deve ser Ministro Religioso - Padre, Pastor, etc. -, com experiência comprovada no Ministério Cristão, e ainda ser aprovado em concurso público de provas e títulos. Ao ser aprovado no concurso específico, o militar capelão é matriculado em curso militar de Estágio e Adaptação de Oficial Capelão.

O Ordinariato Militar é uma Circunscrição Eclesiástica que foi instituída pelo Papa João Paulo II, em 2l de abril de 1986, pela Constituição Apostólica Spirituali Militum Curae. O Ordinariato é equiparado juridicamente a uma diocese ou arquidiocese, e tem por finalidade cuidar do bem espiritual dos militares.

O Ordinário Militar (bispo) tem todos os direitos e obrigações de um bispo diocesano. A sua jurisdição do  é cumulativa com a jurisdição do bispo diocesano de cada diocese.

O direito que rege um Ordinariato Militar é determinado mais especificamente pelos Estatutos de cada Ordinariato e eventuais acordos com os diversos países. Geralmente o bispo militar recebe a dignidade de arcebispo. Como no caso do Brasil, através de um acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé. 

Os ambientes e os lugares reservados aos militares estão sujeitos, primária e principalmente, à jurisdição do Ordinariado militar; de modo secundário, porém, estão também sujeitos à jurisdição do Bispo diocesano, isto é, quando faltem o Ordinário militar e os seus Capelães: em tal caso, quer o Bispo diocesano quer o pároco agem por direito próprio. (Constituição Apostólica SPIRITUALI MILITUM CURAE , V)

XI - O Ordinário militar depende da Congregação para os Bispos ou da Congregação para a Evangelização dos Povos e, segundo os casos, trata as questões com os competentes Dicastérios da Cúria Romana.

XII - De cinco em cinco anos o Ordinário militar apresentará à Sé Apostólica a relação sobre a situação do Ordinariado, segundo a fórmula prescrita. De igual modo o Ordinário militar está sujeito às obrigações da Visita ad limina, segundo o direito.
A assistência religiosa aos militares católicos é prevista no Concílio Ecumênico Vaticano II no Decreto Christus Dominus, de 28 de outubro de 1965, que assim definiu: 
«A assistência espiritual aos militares exige cuidados especiais. Por isso, deve-se estabelecer um vigário castrense para toda a nação. Vigário e demais capelães cooperem com os bispos diocesanos na árdua tarefa a que se dedicam. Os bispos devem ceder ao vigário castrense um número suficiente de sacerdotes aptos ao exercício dessas funções e favorecer as iniciativas em favor do bem espiritual dos militares.» 

Ordinariato Militar no Brasil

A Constituição Federal Brasileira de 1988, prevê em seu art. 5º, inciso VII que «é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.»

O Ordinariato Militar do Brasil foi erigido canonicamente em 6 de novembro de 1950 como Vicariato Castrense do Brasil, pelo Papa Pio XII.  Por força da Constituição Apostólica Spirituali Militum Curae, de 21 de abril de 1986, passou a ser Ordinariato Militar, depois do acordo diplomático entre a Santa Sé e a República Federativa do Brasil, assinado em 23 de outubro de 1989.

No Brasil, o Ordinariato Militar é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no Brasil, subordinada diretamente à Santa Sé e participa do Conselho Episcopal Regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A sé episcopal está na Catedral Militar Santa Maria dos Militares Rainha da Paz, em Brasília - DF.

O Ordinariato Militar do Brasil organiza e coordena os serviços de todas as capelanias militares católicas do Brasil, dando assistência religiosa aos fiéis católicos, membros das Forças Armadas. Este Ordinariato Militar é canonicamente assimilado às dioceses, e é dirigido por um Ordinário Militar. Este prelado goza de todos os direitos e está sujeito a todos os deveres dos bispos diocesanos. 

O Ordinário Militar (bispo) deve ser brasileiro nato, recebe a dignidade de Arcebispo e está vinculado administrativamente ao Estado-Maior das Forças Armadas, sendo nomeado pela Santa Sé, após consulta ao governo brasileiro. O Estatuto do Ordinariato Militar foi homologado pelo decreto Cum Apostolicam Sedem, de 02/01/1990, da Congregação dos Bispos.

Este Ordinariato Militar recebeu nova estrutura através de seu Estatuto, homologado pelo Decreto Cum Apostolicam Sedem, de 2 de janeiro de 1990, da Congregação para os Bispos. O artigo 8º do Estatuto do Ordinariado Militar do Brasil define que «a jurisdição eclesiástica do Ordinário Militar é ordinária, própria e imediata, mas cumulativa com a do bispo diocesano, devendo ser exercida, primária e principalmente, nos quartéis e nos lugares próprios reservados aos membros das Forças Armadas e Auxiliares (Polícias Militares e Corpo de Bombeiros) não excetuados os militares da reserva remunerada e reformados com seus respectivos dependentes.».

Capelão

O capelão militar é um presbítero ou religioso encarregado de prestar assistência religiosa a alguma corporação militar (exército, marinha, aeronáutica, polícias militares e aos corpos de bombeiros militares), autorizado a realizar cultos religiosos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham também o seu capelão.

Ordinários militares do Brasil:

Dom Osvino José Both: 2006 - Atual Arcebispo.
+ Dom Geraldo do Espírito Santo Ávila: 1990-2005
Dom Augustinho Petry (Bispo auxiliar) 2000-
Dom Alberto Trevisan (Bispo auxiliar) 1964–1966
Dom José Newton de Almeida Baptista: 1963–1990
Dom Jaime de Barros Cardeal Câmara: 1950–1963

Santos padroeiros

Nossa Senhora Rainha da Paz - Brasília/DF

São João de Capistrano (1386-1456) – padroeiro dos capelães militares
São Lourenço de Brindisi (1559-1619) – foi capelão militar
Nossa Senhora de Loreto - Padroeira dos aviadores
Nossa Senhora da Conceição - Padroeira do Exército Brasileiro
Santo Expedito - protetor dos militares
São Sebastião - patrono dos militares



Fonte:
Arquidiocese Militar

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Regina Coeli

O Regina Coeli substitui o Angelus durante o Tempo Pascal e recita-se às 6h, 12h e 18h, em público e sempre de pé. 

R: Regína Cæli, lætáre, alleluia; 
V: Quia quem meruísti portáre, alleluia!

R: Resurréxit, sicut dixit, alleluia;
V: Ora pro nóbis Deum, alleluia!


V
: Gaude et lætáre, Virgo Maria, alleluia.
R: Quia surréxit Dóminus vere, alleluia!


Oremus: Deus, qui per resurrectiónem Filii tui Dómini nostri Jesu Christi mundum lætificáre dignátus es: præsta, quæsumus; ut, per ejus Genitrícem Vírginem Mariam, perpétuæ capiámus gáudia vitæ. Per eumdem Christum, Dóminum nostrum. Amém

Em português:

R: Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia. 
V: Porque aquele que merecestes trazer no seio, aleluia!

R
: Ressuscitou como disse, aleluia.
V: Rogai por nós a Deus, aleluia! 


R
: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria, aleluia.
V: Pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia!


Oremos: Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo pela Ressurreição do Vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, fazei, por intercessão da Virgem Maria, sua Mãe Santíssima, que sejamos admitidos nas alegrias da vida eterna. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Ofício das Trevas



O Ofício das Trevas (matutina tenebrarum) é uma liturgia cristã relacionada à Paixão de Cristo, que existe desde o século XIII. É o ofício das matinas e laudes de quarta, quinta e sexta-feira da semana santa.

Canta-se este ofício geralmente após a meia-noite, madrugada (matinas) ou ainda logo ao amanhecer (laudes)... e por isso o auxílio das luzes de velas torna-se indispensável.


O nome deriva-se de três situações de trevas:


1 - As trevas naturais de meia-noite ao amanhecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: "Haec est hora vestra et potestas tenebrarum" ("Esta é a vossa hora e do poder das trevas." Lc 22, 53).

2 - As trevas litúrgicas, quando durante as cerimonias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma, a luz de Cristo!

3 - As trevas simbólicas da paixão.

A ação desta liturgia exige silêncio e orações para mergulhar no mistério da paixão de Jesus. Ele junta lições e salmos em um belíssimo texto retirado do breviário e rezado junto com a comunidade. Durante os séculos houve muitas formas musicadas, inclusive não apenas na forma gregoriana, mas também na forma de música clássica.

No coro da Igreja é colocado um candelabro de formato triangular, conhecido como "tenebrarum", com 15 velas alinhadas. Uma delas é de cor branca e todas as outras são feitas de cera amarela e comum, como sinal de luto e pesar.


No final de cada um dos Salmos que vão sendo cantados, o cerimoniário apaga uma das velas. Ao mesmo tempo, as luzes da igreja vão sendo apagadas também. As velas são apagadas sucessivamente, até restar apenas uma, a branca. Esta vela não é apagada. Continua acesa e é levada para atrás do altar.

As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão.

A vela branca escondida atrás do altar e, mais tarde, outra vez visível, significa Nosso Senhor que, por breve tempo, se retira do meio dos homens e baixa ao túmulo, para reaparecer, pouco depois, fulgurante de luz e de glória.


Ofício das Trevas em Frederico Westphalen - RS
No fim, apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando Nosso Senhor morreu.

O ruído de matracas no fim do ofício de trevas significa o terremoto e a perturbação dos inimigos, e recordam a desordem que sucedeu na natureza com a morte de Nosso Senhor.

Este rito remonta, portanto, ao tempo em que ainda não havia ofícios metodicamente organizados ou quando havia, conforme a estação do ano, mudança no número de salmos.

O Ofício das Trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do Servo sofredor e, junto d'Ele, nos colocamos rezando e meditando sobre os sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz.


Baixe o Ofício das Trevas, no rito de forma ordinária, em português, aqui.



Fontes:

quarta-feira, 27 de março de 2013

Semana Santa



Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus, do Evangelho. Mas acompanhar Cristo exige sair de nós mesmos, deixar de lado um modo habitudinário de viver a fé . Deus saiu de Si mesmo para vir ao nosso encontro e também nós devemos fazer o mesmo. A falta de tempo não é desculpa, disse o Papa. Não podemos nos contentar com uma oração, uma Missa dominical distraída e não constante, de algum gesto de caridade, e não ter a coragem de “sair” para levar Cristo. 
“A Semana Santa é um tempo de graça que o Senhor nos doa para abrir as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias, dos movimentos, das associações, e ‘sair’ ao encontro dos outros para levar a luz e a alegria da nossa fé, um raio de amor do Senhor. Sair sempre! E isso com o amor e a ternura de Deus, no respeito e na paciência.”
Papa Francisco

27/03/2013